quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Boatos: Microsoft pode ter Office para iPad

Boatos lançados no mercado no início desta semana apontam que a Microsoft poderia ter uma versão do Office para iPad assim que a Apple autorizar o aplicativo na App Store. A empresa negou a informação.

O Office no iPad faria sentido para você se você fosse um entusiasta pelo dispositivo. É uma ideia tentadora e o jornal The Daily, que iniciou os rumores, afirmou que a imagem do programa publicada em seu site é uma foto genuína da demonstração do programa feita por um funcionário da gigante de software.

Como isso poderia não ser verdade? Vou levantar algumas idéias. Se a Microsoft foi verdadeira em sua afirmação, o The Daily pode ter sido vítima de uma fraude ou a informação pode não estar completamente correta. Mary Jo Foley, do ZDNet, coloca em discussão os fatos de:

  • A publicação ter visto um aplicativo conceito que não será lançado.
  • O aplicativo é algum tipo de interface remota para o Office que roda em algum outro computador, talvez pelo OnLive Desktop.

Já ouvi esse tipo de histórias algumas vezes, como a Microsoft criando um Office para Linux. Sem dúvida que o pessoal na empresa já experimentou essas ideias desde o ponto técnico até o ponto dos negócios, mas muitos deles nem chegam perto de atingir o mercado. Sempre suspeitei que a maioria dessas histórias são apenas pensamentos tentadores. O repórter e/ou a pessoa que iniciou esses boatos quer que isso aconteça e acredita nessa história.

Mas aqui está a principal razão que eu acho que a Microsoft não vai lançar nada parecido com um Office no iPad: a Apple mantém 30% dos rendimentos de todas as vendas na App Store. Eu entendo que 70% de alguma coisa, é, provavelmente,um número muito grande e bem maior do que 0% de nada, que é a participação atual da Microsoft na loja. Porém, ainda não é um bom negócio para a Microsoft. Isso só aconteceria se os aplicativos fossem crippleware.

E existem muitas outras razões para que isso não aconteça. Temos que pensar que as pessoas que trabalham no Windows ficariam furiosas com a possibilidade. Além do mais o Windows ainda tem um pouca influência na empresa. E, na próxima semana, a companhia fará a demonstração para consumidores do Windows 8, sua versão para tablets.

Então, fica a pergunta: por que ela criaria um software para iPad que poderia prejudicar um mercado em potencial? Isso seria um exemplo de péssima gestão.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Samsung encerrará sua divisão de LCD em favor da OLED

A Samsung Electronics Co., pegou o mercado de surpresa ao comunicar que vai encerrar a sua divisão de telas de cristal líquido, para focar na fabricação de TVs com novas tecnologias que permitam displays mais finos e brilhantes.
A nova empresa, provisoriamente chamada de Samsung Display Co., será criada em primeiro de abril, com capital integralizado de 750 bilhões de wons (cerca de 668 milhões de dólares).
O motivo para o encerramento da divisão de LCDs deve-se pelas baixas vendas registradas no ano passado, acumulando um prejuízo operacional de quase US$ 670 milhões.
Especula-se nos bastidores que a Samsung Display Co. poderá surgir mediante fusão com a Samsung Mobile Display, responsável pela fabricação de painéis com tecnologia de diodo orgânico emissor de luz, mais conhecida pela sigla OLED.
A decisão da companhia parece fazer sentido, na medida em que a procura por equipamentos que utilizam a tecnologia LCD vem diminuindo a cada ano em favor do OLED. Pensando nisso, a sua maior concorrente, a LG Electronics Inc. planeja vender TVs mais finas e mais brilhantes com a tecnologia de diodo orgânico emissor de luz ainda este ano.
As previsões do mercado é que as vendas de telas OLED podem ultrapassar a cifra de US$ 20 bilhões até 2018, representando cerca de 16% do total do segmento de telas. Em 2011, a tecnologia de diodo orgânico emissor de luz representou apenas 4% do setor, com vendas de US$ 4 bilhões.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Corsair Vengeance K90

A Corsair é uma empresa norte-americana, fundada em 1994. Seu ramo de atuação é o mercado de componentes de computadores voltados ao público gamer, overclocker e entusiasta; inserindo "inovação e alta performance" em seus produtos.

Nesta aba, iniciaremos uma análise completa de um de seus produtos: o Corsair Vengeance K90, um teclado direcionado a gamers. Mais específicamente ainda, jogadores hardcores e apaixonados por jogos de estratégia.
Você entenderá nas próximas páginas desta review, o porquê de toda essa especificidade. Por hora, tente entender analisando as especificações técnicas do "keyboard" abaixo:

 Especificações Técnicas
  • Cherry MX Red, sistema de troca de teclas rápido, para uma jogatina mais eficiente
    *45g Actuation Force
    *2mm to actuation and 4mm to bottom
    *Mais de 50 milhões de operações
    *Contatos de ouro
  • Três configurações diferentes de 18 botões macro programáveis, botões de gravação e de atalhos para as diferentes configurações (MR, M1,M2,M3)
  • 36kb de memória dinâmica on-board, para que você possa levar seu teclado aonde quiser e manter suas configurações pessoais
  • Iluminação das teclas por leds azuis, com três níveis de intensidade, além de desligado
  • Feito em alumínio, para aumentar a resistência, durabilidade e rigidez
  • Seis botões multimídias: Stop, Previous, Play/Pause, Next, Mute, Volume Up/Down  -  estilo scroll em metal sólido
  • Botão de trava para a tecla do Windows, de modo a evitar interrupções no meio do jogo
  • Apoio de mão em todo o teclado, para melhor conforto e bem-estar durante os jogos+
  • Conexão USB 2.0 atrás do teclado, para facilitar o uso de outros periféricos
  • Conectore USB com contatos banhados a ouro
  • Cabo de 2m em material anti-emaranhamento
  • 502mm x 163mm x 24mm / 19.7" x 6.4" x 0.94"

PlayBook OS 2.0 chega no final do mês com cliente de e-mail nativo

Uma grande atualização para o sistema operacional do tablet PlayBook, da RIM, chegará no dia 21 de fevereiro, como apurou o Engadget. Uma imagem publicada pelo site mostra não só a data de lançamento, como as promessas da nova versão que incluirá, finalmente, um cliente de e-mail nativo, eliminando a necessidade de parear o portátil com um smartphone da marca.

O PlayBook OS 2.0 também vai trazer outros aprimoramentos, como a compatibilidade nativa com aplicativos do Android e uma versão aprimorada do BlackBerry Bridge, aplicativo que permite acessar e-mail, calendário e outros dados armazenados no smartphone a partir do tablet.

No mesmo dia, a RIM vai disponibilizar o BlackBerry Fusion. Com ele, profissionais de TI conseguirão gerenciar todos os dispositivos BlackBerry a partir de uma única interface. A partir de março, o software permitirá também o controle de dispositivos baseados em iOS e Android.

Apple e Microsoft brigarão em 2012 com seus novos sistemas

Programados para chegar ao mercado a partir de julho, atualizações Mountain Lion e Windows 8 são grandes apostas das empresas; último confronto do tipo foi em 2009 Esse ano está caminhando para repetir 2009, quando Microsoft e Apple se enfrentaram pela última vez com novos sistemas operacionais, apontam analistas de mercado. Na época, a Microsoft lançava o Windows 7 (seu último upgrade de sistema), e a Apple trazia o Snow Leopard (também conhecido como Mac OS X 10.6). 

Ontem, 16/2, a Apple começou a distribuir a versão preview do Mac OS X 10.8, também conhecido Mountain Lion, para desenvolvedores, e afirmou que a versão final chega em julho deste ano.
Enquanto isso, a maioria dos analistas concorda que a Microsoft está se preparando para lançar o Windows 8 neste ano, provavelmente no último trimestre. A empresa adiou o lançamento do que chama de versão “Consumer Preview”do sistema para o próximo dia 29 de fevereiro.
“Parece que as duas empresas possuem a religião do sistema operacional móvel”, afirma o analista da Technology Business Research, Ezra Gottheil. Gottheil citou as semelhanças entre as estratégias da Microsoft e da Apple, apontando que ambas as companhias mostram fortes influências dos seus sistemas móveis.
“É interessante ver que as duas companhias estão fazendo grandes apostas nesse ano com seus sistemas operacionais”, afirmou Gottheil. “Ambas reconhecem que o formato que decolou, os tablets e smartphones, exige um upgrade da interface gráfica de usuário com 25 anos de idade que tem dominado os PCs.”
No caso da Microsoft, o Windows 8 traz uma interface de abertura completamente nova – chamada de “Metro”- que pega muita coisa emprestada do visual e do estilo do Windows Phone. Apesar de a companhia manter uma versão tradicional desktop no Windows 8, tem promovido agressivamente o Metro não só como a base para a tela Start (Inicialização), mas também para uma geração de aplicativos que dão mais importância ao toque do que a dupla mouse e teclado.
O Mountain Lion representa uma “revolução” menor para a Apple, uma vez que a companhia já começou a pegar emprestados elementos do iOS no ano passado quando lançou o Mac OS X 10.7 Lion. Mas o Mountain Lion incluirá uma grande variedade de aplicativos e serviços iOS, como Notificações e Lembretes, assim como novos nomes para aplicativos antigos do Mac, como iCal e Address Book (Agenda), para ficarem iguais aos termos usados no sistema móvel da empresa.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Intel deve esperar até junho para vender de forma massiva as CPUs Ivy Bridge

a Intel alertou seus parceiros que pretende adiar o envio massivo de processadores Ivy Bridge. Enquanto a nova geração de CPUs tem lançamento programado para abril, grandes remessas do produto só seriam enviadas a partir de junho.
A razão para o início mais lento das vendas dos novos processadores é o baixo crescimento do mercado de computadores, que desacelerou nos últimos meses como resultado do desaquecimento da economia mundial, e a pressão do mercado crescente dos tablets, principalmente sobre netbooks e notebooks. Assim, muitos parceiros ainda não conseguiram comercializar uma boa parcela dos processadores Sandy Bridge, e precisariam de mais um tempo para normalizar os estoques.

Outro motivo para a Intel adiar o envio mais expressivo dos processadores Ivy Bridge é que os vendedores de PCs prevêem baixas vendas para os três primeiros trimestres de 2012, já que muitos usuários irão aguardar o lançamento do Windows 8, em setembro, para trocar seus computadores.

Teste: ultrabook da Acer leva portabilidade ao pé da letra


Acabamento externo é refinado, todo em metal, mas internamente o aparelho tem sua base em plástico. Foto: DivulgaçãoOs Ultrabooks chegaram ao mercado no ano passado com um objetivo: unir o design refinado, a mobilidade e a autonomia de bateria de um tablet com o desempenho de um notebook tradicional. O Acer Aspire S3, um dos primeiros aparelhos a chegar ao Brasil, cumpre essas tarefas, algumas mais, outras menos, mas levando a portabilidade ao pé da letra. Acabamento externo é refinado, todo em metal, mas internamente o aparelho tem sua base em plástico.
O aparelho que testamos é um ultrabook "de entrada", com preço mais acessível, e por isso com configurações mais básicas do que os concorrentes: processador Core i3 de 1,4 GHz, 4 GB de RAM e 320 GB de HD. A meta dos ultrabooks é chegar a até nove horas de energia sem precisar plugar na tomada, mas os testes do aparelho da Acer levaram a uma autonomia de pouco menos de cinco horas, sempre com conexão Wi-Fi, navegação na web e consumo multimídia. A boa notícia é que a fonte, assim como o aparelho, é pequena e leve se comparada à dos notebooks tradicionais.
A escolha pelo uso de disco rígido, enquanto a maioria dos aparelhos da categoria usa memória flash, pode ser a responsável pela fraca autonomia de bateria. A memória flash, ou SSD, usada pela maior parte dos concorrentes, é mais rápida e consome menos energia - mas também é mais cara.
Design
Por fora, o ultrabook da Acer tem um design refinado: acabamento em metal, ultrafino (apenas 13 mm) e ultraleve (1,4 kg). Tamanho perfeito para quem precisa passar o dia todo com um notebook a tiracolo, não quer carregar peso e ainda reluta em trocar o PC pelo tablet. Ao abrir o aparelho, porém, a moldura da tela LED de 13 polegadas e o apoio para o braço com acabamento em plástico decepcionam um pouco em um aparelho que chegou para revolucionar o mercado de notebooks.
O tamanho, se por um lado dá mais mobilidade, por outro força o usuário a se acostumar com uma nova forma de trabalhar no PC. O design ultrafino faz com que as teclas percorram uma distância menor para baixo ao serem pressionadas, mas é um problema que se resolve com um pouco de prática. A digitação fica complicada mesmo é pela distância entre as teclas e pelo tamanho de algumas delas. Para economizar espaço, as teclas direcionais e o enter, por exemplo, ficaram bastante reduzidas. Algumas ganharam funções duplas, como os botões direcionais que, com uma combinação de teclas, também exercem os comandos de volume e brilho da tela.
Conectividade e desempenho
O foco em tornar o aparelho um dispositivo móvel de verdade fez a Acer desistir de uma entrada para cabo de rede. Portanto, sem uma conexão Wi-Fi por perto ou um modem 3G, nada de internet no Aspire S3. A conectividade, por sinal, é um ponto fraco do Ultrabook. O PC tem apenas duas entradas USB, leitor de cartão de memória e uma porta HDMI. Quem procura por portas mais velozes, como a Thunderbolt ou USB 3.0, não vai encontrar.
Quem acha que vai ter um desempenho "ultra" no ultrabook da Acer também pode ficar um pouco decepcionado. O Aspire S3 com Core i3 é um ótimo aparelho para quem quer executar as tarefas mais básicas do dia a dia, mas quem procura por configurações mais robustas vai ter que ir atrás de versões mais caras pelo mercado, tanto da Acer quanto de outras fabricantes.
Um outro destaque dos ultrabooks é a velocidade para que o aparelho acorde do seu estado de suspensão: cerca de oito segundos. Algumas marcas prometem um retorno mais veloz, de até quatro segundo, mas não foi o que se encontrou por aqui: o Acer S3 levou entre 10 e 12 segundos. A ideia é que os ultrabooks possam ficar suspensos e gastando um mínimo de energia durante dias, e retornem ao trabalho (e conectados) em poucos segundos, sempre que o usuário precisar.