Mergulhar nas profundezas da Grande Barreira de Coral da Austrália, um dos patrimônios naturais da humanidade, está prestes a se tornar uma experiência disponível a qualquer pessoa com acesso a internet. Isso porque o Google vai levar os serviços Earth e Maps para o fundo do oceano. No projeto Seaview (vista do mar, em tradução livre), lançado oficialmente nesta quinta-feira, câmeras farão fotos em 360° a uma profundidade de até 100 m e as imagens vão integrar os sistemas do gigante de buscas.
Profissionais de mergulho vão capturar, com um equipamento específico, mais de 50 mil imagens. Elas serão acrescidas aos serviços do Google através do Panoramio, que disponibiliza fotos a partir de localizações geográficas.
Em parceria com a ONG Underwater Earth e a empresa de seguros Catlin, o projeto Catlin Seaview Survey vai além de disponibilizar as imagens no Google. Na verdade, ele primordialmente é uma pesquisa sobre como está a composição e a saúde dos corais da região. O cientista-chefe do estudo e professor da Universidade de Queensland, Ove Hoegh-Guldberg, afirma que os dados coletados durantes as expedições ao fundo do mar vão ajudar os pesquisadores a entender como as mudanças climáticas e do meio ambiente podem afetar os ecossistemas da Grande Barreira australiana.
Mais do que isso, segundo ele, o destaque do Seaview está na possibilidade de colocar as informações à disposição do público. "Milhões de pessoas vão poder experimentar a vida, a ciência e a magia que existe sob a superfície dos nossos oceanos", exalta. O projeto tem o objetivo de engajar o público na ciência de uma maneira mais próxima e concreta.
A câmera usada para capturar as imagens foi desenvolvida especialmente par a expedição. As imagens poderão ser vistas em tempo real em um canal exclusivo no YouTube e também via Hangouts - os videochats do Google Plus. Pelos pesquisadores, as fotos dos 2,3 km de extensão da Grande Barreira ajudarão a identificar, a partir de reconhecimento eletrônico, as espécies de corais e animais em 20 pontos do local.
Por enquanto, o Seaview oferece em sua página oficial (no atalho http://bit.ly/yJN2Nw) uma visualização de demonstração de como será o "mergulho" virtual, graças a imagens feitas em Heron Bommie, uma região da Grande Barreira. O projeto como um todo deve sair do chão - literalmente - em setembro de 2012. Segundo a nota à imprensa, o Seaview também deve ser expandido nos próximos anos e chegar a outros oceanos no mundo.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Telefónica e Mozilla preparam nova plataforma móvel em HTML5
A Telefónica Digital e a Mozilla apresentam nesta semana no Mobile World Congress, em Barcelona, uma plataforma móvel aberta e baseada em HTML5 e Linux. Segundo a Reuters, a Qualcomm também faz parte da parceria. O sistema, que chegaria ainda em 2012, vai permitir criar programas mais leves para smartphones, deixando os aplicativos mais ágeis e os telefones mais baratos.
O projeto usará HTML5 e código aberto para criar uma nova arquitetura para smartphones baseada quase inteiramente na rede, permitindo aos apps no novo padrão o acesso a APIs básicas do aparelho móvel. Isso significa que capacidades como chamadas, mensagens, navegação e jogos, por exemplo, poderiam ser desenvolvidos como aplicações HTML5 e executados através do navegador Firefox, da Mozilla, segundo o El País.
A plataforma seria mais leve do que os sistemas operacionais atuais, como iOS 5 e Android, o que por sua vez viabilizaria a produção de smartphones com menor potência de processamento. Com componentes mais baratos, os telefones também teriam preço mais baixo. À Reuters, o diretor de desenvolvimento de produtos e inovação da unidade digital da Telefónica, Carlos Domingo, afirmou que o barateamento dos aparelhos seria "um modo de levar os smartphones para as massas dos mercados emergentes".
O mercado de sistemas operacionais hoje é dominado por Android, do Google, e iOS, da Apple. Outros, como o WebOS da Palm, comprada pela HP, e o Symbian, da Nokia, não encontraram apoio entre desenvolvedores de apps nem entre fabricantes de aparelhos e estão morrendo. "Ainda há dúvidas sobre o apoio da indústria em geral à nova plataforma aberta, mas a Telefónica identificou com sensatez um aliado experiente em HTML5, como é a Mozilla", avalia Geoff Blaber, da consultoria CCS Insigt.
A questão do apoio tem a ver com o ecossistema necessário a uma plataforma: ferramentas para desenvolvimento, aplicativos disponíveis e desenvolvedores interessados em criar novos apps. Levantar esse sistema tem sido uma grande dificuldade dos novos SO móveis, como o Windows Phone, da Microsoft. Atrair atrair fabricantes para que adotem as plataformas também é um obstáculo.
O projeto usará HTML5 e código aberto para criar uma nova arquitetura para smartphones baseada quase inteiramente na rede, permitindo aos apps no novo padrão o acesso a APIs básicas do aparelho móvel. Isso significa que capacidades como chamadas, mensagens, navegação e jogos, por exemplo, poderiam ser desenvolvidos como aplicações HTML5 e executados através do navegador Firefox, da Mozilla, segundo o El País.
A plataforma seria mais leve do que os sistemas operacionais atuais, como iOS 5 e Android, o que por sua vez viabilizaria a produção de smartphones com menor potência de processamento. Com componentes mais baratos, os telefones também teriam preço mais baixo. À Reuters, o diretor de desenvolvimento de produtos e inovação da unidade digital da Telefónica, Carlos Domingo, afirmou que o barateamento dos aparelhos seria "um modo de levar os smartphones para as massas dos mercados emergentes".
O mercado de sistemas operacionais hoje é dominado por Android, do Google, e iOS, da Apple. Outros, como o WebOS da Palm, comprada pela HP, e o Symbian, da Nokia, não encontraram apoio entre desenvolvedores de apps nem entre fabricantes de aparelhos e estão morrendo. "Ainda há dúvidas sobre o apoio da indústria em geral à nova plataforma aberta, mas a Telefónica identificou com sensatez um aliado experiente em HTML5, como é a Mozilla", avalia Geoff Blaber, da consultoria CCS Insigt.
A questão do apoio tem a ver com o ecossistema necessário a uma plataforma: ferramentas para desenvolvimento, aplicativos disponíveis e desenvolvedores interessados em criar novos apps. Levantar esse sistema tem sido uma grande dificuldade dos novos SO móveis, como o Windows Phone, da Microsoft. Atrair atrair fabricantes para que adotem as plataformas também é um obstáculo.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Iniciada pré-venda da placa-mãe ASUS dual-LGA2011 Z9PE-D8-WS para estações de trabalho
A placa mãe dual-LGA2011 da ASUS para estações de trabalho, a Z9PE-D8-WS, teve a pré-venda iniciada hoje por uma distribuidora canadense. O preço da placa é de US$634,56 e no site da pré-venda não há informações sobre a disponibilidade, exceto que os produtos serão enviados sempre que houver em estoque.Não se tem detalhes sobre o lançamento oficial, porém, espera-se que seja em breve, considerando o lançamento de um grande número de processadores Xeon “Sandy Bridge-EP” ainda nesse primeiro semestre. A Z9PE-D8-WS é projetada para suportar dois processadores Sandy-Bridge-EP de oito núcleos.
Cada socket da motherboard é alimentado por uma VRM Digi+ II de 14 fases e são conectados, cada um, a quatro slots DDR3 DIMM, dando à placa a capacidade de armazenar até 256GB de RAM. A placa recebe energia a partir de um conector ATX 24-pin, dois conectores EPS 8-pin e um Molex 4-pin.
A Z9PE-D8-WS ainda possui 7 slots de expansão PCI-Express 3.0 dos quais 4 (os azuis) trabalham em 16x e 3 (os pretos) trabalham em 8x e 10 portas SATA, das quais 6 parecem suportar 6Gbps.
Em termos de conectividade, uma AST2300 ASpeed proporciona uma visualização básica e o gerenciamento das funções IP. Há também duas portas Gigabit Ethernet, duas portas USB 3.0, 6 portas USB 2.0 e 8 canais de áudio HD.
Óculos futuristas da Google permitirão ver a realidade aumentada
Os "óculos do futuro"
da Google deverão ser lançados no final deste ano e permitirão aos seus
utilizadores verem a realidade aumentada, utilizarem GPS e navegarem nas
redes sociais.
A Google está a desenvolver um projecto inovador para criar uns “óculos futuristas”, de acordo com o “El Confidencial”.
Os óculos irão permitir aos seus utilizadores verem a realidade aumentada já a partir do final de 2012.
O futuro projecto irá utilizar tecnologias que a empresa já possui atualmente, e permitirá aos seus utilizadores verem a realidade aumentada, utilizarem GPS e acederem às redes sociais.
Os "óculos do futuro" da Google irão projectar diversas informações sobre o cristal das suas lentes, de forma a que os dados sejam vistos apenas pelos utilizadores.
A Google está a planear que os utilizadores dos óculos possam receber todo o tipo de dados enquanto caminham, como por exemplo acederem ao seu e-mail ou consultarem informações meteorológicas, bem como outras informações.
Os óculos deverão estar ligados aos servidores da Google e os utilizadores poderão consultar informações em tempo real sobre lojas, restaurantes e outros itens, da área onde estejam.
Os adeptos dos óculos poderão também assistir a publicidade nas suas lentes e interagir com todos os dados, em princípio através de um sensor de movimento e de uma câmara. O site 9to5google.com avança que os óculos deverão ter uma câmara de filmar e de fotografar incorporada.
Os óculos do futuro serão controlados através do sistema operativo Android e terão um pequeno ecrã, colocado a poucos milímetros dos olhos do utilizador, ligações à Web 3G e 4G, vários sensores, detectores de movimento e GPS.
O projecto está a ser desenvolvido em "segredo absoluto" na Google X, área da empresa onde se desenvolvem este tipo de projectos inovadores. Quanto à conectividade 3G dos óculos, ainda não se sabe se será de forma independente ou através de ligação sem fios ao smartphone.
Segundo fontes da Google com conhecimento do produto, o preço destes “óculos do futuro” rondará o de um smartphone. Estão ainda a ser estudadas também as questões da privacidade dos utilizadores.
A Google dedica 20% do seu tempo útil de trabalho a projectos próprios, com o objectivo de “acordar” a criatividade dos seus trabalhadores e surgir com ideias únicas. Neste contexto, a tecnológica já surgiu com vários projectos pioneiros e inovadores, tais o do “automóvel sem condutor”.
Os óculos irão permitir aos seus utilizadores verem a realidade aumentada já a partir do final de 2012.
O futuro projecto irá utilizar tecnologias que a empresa já possui atualmente, e permitirá aos seus utilizadores verem a realidade aumentada, utilizarem GPS e acederem às redes sociais.
Os "óculos do futuro" da Google irão projectar diversas informações sobre o cristal das suas lentes, de forma a que os dados sejam vistos apenas pelos utilizadores.
A Google está a planear que os utilizadores dos óculos possam receber todo o tipo de dados enquanto caminham, como por exemplo acederem ao seu e-mail ou consultarem informações meteorológicas, bem como outras informações.
Os óculos deverão estar ligados aos servidores da Google e os utilizadores poderão consultar informações em tempo real sobre lojas, restaurantes e outros itens, da área onde estejam.
Os adeptos dos óculos poderão também assistir a publicidade nas suas lentes e interagir com todos os dados, em princípio através de um sensor de movimento e de uma câmara. O site 9to5google.com avança que os óculos deverão ter uma câmara de filmar e de fotografar incorporada.
Os óculos do futuro serão controlados através do sistema operativo Android e terão um pequeno ecrã, colocado a poucos milímetros dos olhos do utilizador, ligações à Web 3G e 4G, vários sensores, detectores de movimento e GPS.
O projecto está a ser desenvolvido em "segredo absoluto" na Google X, área da empresa onde se desenvolvem este tipo de projectos inovadores. Quanto à conectividade 3G dos óculos, ainda não se sabe se será de forma independente ou através de ligação sem fios ao smartphone.
Segundo fontes da Google com conhecimento do produto, o preço destes “óculos do futuro” rondará o de um smartphone. Estão ainda a ser estudadas também as questões da privacidade dos utilizadores.
A Google dedica 20% do seu tempo útil de trabalho a projectos próprios, com o objectivo de “acordar” a criatividade dos seus trabalhadores e surgir com ideias únicas. Neste contexto, a tecnológica já surgiu com vários projectos pioneiros e inovadores, tais o do “automóvel sem condutor”.
A partir de 2013, interatividade nos televisores será obrigatória
O governo perdeu a paciência com os fabricantes de televisores, que negociavam um cronograma para equipar os aparelhos com o Ginga, software que garante a interatividade na transmissão da TV digital. As regras foram publicadas ontem no Diário Oficial da União. A partir de 2013, 75% das TVs de tela fina produzidas no País terão de sair de fábrica com o Ginga.
Apesar de a indústria ter sido pega de surpresa, Virgilio Almeida, secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, afirmou que o setor privado foi consultado, tendo participado até de um seminário em Brasília, em agosto de 2011. 'Na realidade, os prazos e porcentuais iniciais foram flexibilizados', disse Almeida.
Segundo a portaria, os fabricantes de TVs estão dispensados de incluir o software nos aparelhos produzidos neste semestre e, de julho a dezembro, a instalação do sistema é opcional. Em 2014, ano da Copa do Mundo, 90% dos televisores de tela fina fabricados no Brasil terão de contar com o software. O Ginga é o único componente desenvolvido no Brasil do chamado sistema nipo-brasileiro de TV digital.
A decisão do governo não contemplou o pleito da indústria, que propunha um ritmo mais lento na implantação do software interativo nas TVs.
Em janeiro, Lourival Kiçula, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), disse ao Estado que o cronograma proposto pela entidade era incluir o Ginga em 10% das TVs conectadas, com acesso à internet, a partir de outubro deste ano, subir esse índice para 50% em janeiro de 2013 e atingir 95% em 2014.
Na época, o governo queria incluir 30% do Ginga em todas as TVs de tela fina em julho deste ano, ampliar esse índice para 60% em 2013 e atingir 90% em 2014. A indústria considerou esse cronograma inadequado, uma vez que o teste para validar o uso do software só será concluído no fim de setembro.
Além disso, como não havia obrigatoriedade de instalação do software nos aparelhos e nos transmissores do sinal digital, de acordo com a norma 15.606 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), que trata sobre a TV digital, metade das indústrias não se preparou para isso, especialmente as nacionais. A norma foi acertada no âmbito do Fórum da TV Digital, do qual participaram indústrias, governo, emissoras e idealizadores do software.
Justiça. O temor de que a obrigação de instalação do software já valesse já partir de julho deste ano fez com que representantes de dez indústrias concluíssem em janeiro que a saída seria questionar a medida na Justiça.
Ontem, procurada pelo Estado, a Eletros não quis se pronunciar sobre a decisão do governo. A entidade tem reunião marcada para discutir a questão no dia 6 de março.
Samsung, LG e Philips informaram que vão seguir as exigências do governo. A Semp Toshiba não retornou as ligações / RENATO ANDRADE, IURI DANTAS E MÁRCIA DE CHIARA
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Designer mostra como pode ser o iPhone 5
Desenho apresentado por artista italiano se parece com o mouse da Apple
O designer italiano Federico Ciccarese apresentou o conceito do que poderia ser o iPhone 5, próxima geração do smartphone da Apple, ainda sem data de lançamento marcada pela empresa.
Você gostou do aparelho? Deixe sua opinião na enquete!
O artista baseou a sua criação nos diversos rumores sobre o aparelho e o resultado é um telefone que se parece com o mouse vendido pela Apple.
Na visão de Ciccarese, o iPhone 5 tem a parte traseira encurvada. A tela tem uma ótima definição e o espaço para conectar o fone de ouvido fica na parte lateral em vez da parte superior como acontece no atual modelo, 4S.
O artista baseou a sua criação nos diversos rumores sobre o aparelho e o resultado é um telefone que se parece com o mouse vendido pela Apple.
Na visão de Ciccarese, o iPhone 5 tem a parte traseira encurvada. A tela tem uma ótima definição e o espaço para conectar o fone de ouvido fica na parte lateral em vez da parte superior como acontece no atual modelo, 4S.
Anteriormente, o designer chegou a apresentar como poderia ser um iPhone 5. Pouco tempo depois, a Apple apresentou seu mais recente smartphone, que foi chamado de iPhone 4S.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Microsoft e Apple juntas contra a Motorola Mobility por causa das patentes
Após Estados Unidos e Comissão Europeia terem dado luz verde à Google para comprar a Motorola Mobility, dois dos principais concorrentes abrem agora nova ‘guerra’ à empresa norte-americana. Em causa, estará o uso indevido das patentes que a Motorola detém e os preços altos praticados.
O caso promete ainda fazer muita tinta. Primeiro foi a Apple, agora é a Microsoft a apresentar uma queixa da Motorola Mobility na Comissão Europeia. Em causa, segundo a empresa criada por Bill Gates, está o uso indevido das patentes que a Motorola possui, maioritariamente nas áreas de vídeo online e comunicações sem fios.Microsoft e Apple unem-se nas acusações, a Motorola estará a cobrar demasiado pela sua propriedade industrial, mas o pior ainda estará para vir, é o que acham as duas empresas acusadoras. Tudo porque a Motorola Mobility irá brevemente ser adquirida pela Google, num negócio quem envolve 12,5 mil milhões de dólares. Com isto, a gigante da Internet terá uma boa oportunidade de conquistar cada vez mais mercado, visto que pode proteger o sistema Android da concorrência, basta para tal continuar o que a Motorola já tem vindo a fazer, ou seja, vender a utilização das patentes a preços elevados.
A utilização destas mesmas patentes é aliás apontada como a principal razão pela qual a Google avança com a compra, compra essa que já teve luz verde dos Estados Unidos e da Comissão Europeia. Fica apenas a faltar a China.
No blogue oficial, um responsável da Microsoft argumentou sobre esta acusação: “A Motorola está a tentar bloquear as vendas de computadores com sistema Windows, consolas Xbox e de outros produtos”, sublinha para depois fazer um género de previsão do futuro: “A Google não parece ter intenções de alterar esta política”, afirma.
A Comissão Europeia ainda não se pronunciou sobre esta nova queixa por parte da Microsoft. Na altura que a organização aprovou a compra da Motorola Mobility por parte da Google, Joaquin Almunia, comissário da CE, avisou: “Vamos estar atentos ao que a Google vai fazer com as patentes”. Resta agora aguardar para verificar qual a real atenção que a Comissão Europeia dará a este caso.
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