segunda-feira, 23 de abril de 2012

DiRT Showdown ganha data de lançamento e demo em maio



Codemasters anunciou hoje, dia 29 de abril, que DiRT Showdown será lançado nos Estados Unidos no dia 29 de maio – e na Europa, quatro dias antes, no dia 25 – paraPlayStation 3Xbox 360 e PC. A produtora também anunciou que uma versão demo do jogo estará disponível via PSN, Xbox Live e Steam, respectivamente, no dia 1º de maio, incluindo um evento single player e outro multiplayer.
DiRT Showdown (Foto: Divulgação)A demo será compatível com a RaceNet, novo hub online para os jogos de corrida da Codemasters. Na verdade, a empresa criou uma nova marca, a Codemasters Racing, especializada nos seus games de corrida, incluindo DiRTGridFuel e, é claro, os daFórmula 1. “A nova marca Codemasters Racing sinaliza o afiado novo foco da Codemasters sobre o gênero de corrida”, diz o release para a imprensa.
DiRT Showdown também terá uma edição especial para as três plataformas, disponível no lançamento. A Hoonigan Edition virá em uma embalagem exclusiva e com vários bônus, como dinheiro virtual para a loja interna do jogo, multiplicador de pontos de experiência para o multiplayer online, além de várias pinturas e estilos diferentes para alguns dos melhores carros do jogo, como o Ford Fiesta Gymkhana 3 e o Mitsubishi Lancer Evo X JUN.
Ainda foram divulgados um novo trailer e um novo vídeo mostrando a jogabilidade. Confira abaixo.

F1 2012: produtora divulga mais detalhes sobre o game

F1 2012 (Foto: Divulgação)

Futebol, hóquei, basquete e futebol americano possuem uma característica em comum nos games: ganham atualizações anuais, com novos times e jogadores. A produtora Codemasters está tentando manter esse ritmo, trabalhando duro para justificar a existência do F1 2012, a quarta versão da empresa para a franquia baseada naFórmula 1. A companhia divulgou detalhes sobre o desenvolvimento do título na quinta-feira (19) por meio de uma entrevista com Stephen Hood, diretor criativo.
Perguntado pelo site Eurogamer sobre se haveria novidades suficientes para justificar a edição deste ano, Hood foi enfático: “há muitas”. “F1 2010 chegou a cena e fez um grande barulho porque estamos tentando acessar o que acontece no mundo da F1 e nos bastidores das competições. Não é apenas a corrida, mas também a disputa para atualizar seu carro e coisas que podemos colocar no jogo para deixá-lo atrativo”, disse. A ideia é ir implementado novas ideias com o decorrer dos anos, segundo o diretor daCodemasters.
Como novidade no gameplay, haverá uma ênfase maior no modo singleplayer desta vez e com menos atenção aos aspectos humanos do esporte, focando mais no que interessa: as corridas. Além disso, a interface dos menus receberá um acabamento mais refinado, para passar a sensação “premium” da Fórmula 1, ficando mais próxima do estilo de jogos como a série Shift, da Electronic Arts.
Além dos designs dos carros, a empresa vai adotar as regras da temporada atual, como a regulagem na altura dos bicos (que deixaram os carros com aparência estranha), o impedimento de mais de uma manobra defensiva em ultrapassagens, a proibição do uso de escapamentos aerodinâmicos e a incorporação do sistema DRS-duplo da Mercedes, que otimiza a passagem de ar para um ganho na velocidade.
F1 2011 (Foto: Divulgação)
A dirigibilidade em F1 2012 deverá ficar entre a aderência da versão 2010 com a escorregadia direção da 2011. Segundo Stephen Hood, será mais acessível, apesar de ele “particularmente não gostar da palavra”. “As pessoas pensam que estou tentando banalizar o jogo para conseguir vender mais. Eu não me importo tanto com as vendas, não é minha prioridade número 1. Acredito que se você fizer um jogo melhor em geral, as pessoas vão naturalmente comprá-lo”, disse.
É importante entender o contexto dos jogos de corrida da categoria. Os games de Fórmula 1 se encontravam em uma espécie de limbo desde a época do PlayStation 2, quando a Sony abocanhou os direitos da categoria e lançou uma série de títulos não muito inspirados e exclusivos para seus próprios consoles. Na época, muitos fãs reclamavam que a jogabilidade era arcade demais.
Em 2009 a Codemasters enfim conseguiu a licença e passou a trabalhar na sua própria engine, lançado o primeiro da série, F1 2009, apenas no Nintendo Wii e PSP. Um ano mais tarde, agora com a experiência suficiente, a produtora apresentou o elogiado F1 2010 para PS3, Xbox 360 e PC, seguido pelo F1 2011 que consolidou a franquia como a melhor sobre a categoria desde a época de Geoff Crammond e sua série GP para computadores.

Demo de Pro Evolution Soccer 2013 chega primeiro aos PCs




Diversas plataformas atuais vão receber uma versão de Pro Evolution Soccer 2013, mas os jogadores de PC serão os primeiros a poder testar o game. A produtora Konami revelou que pretende lançar uma demonstração do jogo no início de setembro para os computadores.
Cristiano Ronaldo está em Pro Evolution Soccer 2013 (Foto: Divulgação)Além da novidade sobre a demo, a companhia revelou também os requisitos mínimos para rodar o game em sua máquina. PES 2013 requer no mínimo um processador Intel Core 2 Duo 1.8 Ghz (ou AMD equivalente), memória de 1 GB, placa de vídeo mínima Nvidia Geforce 6300 ou ATI Radeon x1200 e qualquer placa de som que suporte DirectX 9.0 ou maior.
Lembrando que o jogo é compatível com Windows XP, Vista ou Windows 7 e suporta uma resolução mínima de 800×600, mas, obviamente, com capacidade de se expandir além disso.

‘God of War: Ascension’ é oficialmente revelado



Após meses de especulações e muitas informações desencontradas, “God of War IV” finalmente é anunciado, com direito a teaser e arte da capa. A divulgação bombástica - anunciada por meio de uma imagem teaser divulgada pela Sony - foi feita pela Amazon, que revelou que o jogo se chamará “God of War: Ascension”.

Embora o trailer não dê detalhes da trama e da jogabilidade, o nome e a narração em off feita por Gaia indica que se trata de uma história que antecede os cinco jogos já lançados da série. Nele, veremos os primeiros passos do personagem, contando a história de como ele se tornou servo de Ares, antigo deus da guerra da série.
“God of War: Ascension” ainda não tem data de lançamento marcada, mas rumores afirmam que o jogo chegará às lojas em setembro.
Plataforma: _PS3_

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Samsung lançará smartphones com Windows Phone 8 em outubro




A Samsung confirmou os rumores de que estariam trabalhando em aparelhos comWindows Phone 8. A filial taiwanesa afirmou que a empresa lançará seu primeiro aparelho com o sistema operacional móvel da Microsoft em outubro. Segundo eles, o foco da empresa será o WP8, pois a plataforma terá uma melhor aceitação em aparelhos com configurações mais poderosas.
Samsung Omnia W com Windows Phone 7.5 (Foto: Divulgação)Apesar da confirmação, a Samsung não divulgou nenhuma característica do novo aparelho. Na ocasião, a empresa apenas declarou que o Windows Phone 7.5 é utilizando apenas em aparelhos single-core, e que o sistema já entrou no mercado sem força para competir com os Androids e o iPhone (alguns até com processadores quad-core).
É provável que o Windows Phone 8 da Samsung venha com processador dual-core. Outra informação que pode ser tirada do anúncio é a vontade da empresa em colocar um aparelho de alto nível no mercado, competindo diretamente com o iPhone e os outros Androids.

É importante ressaltar que a Samsung está numa guerra de mercado com o Nokia, que a pouco lançou seus telefones com Windows Phone 7. A sul-coreana quer tomar o posto de maior fabricante de aparelhos móveis, liderado pela Nokia há 14 anos. Para isso, a sul-coreana tem investido em smartphones de baixo custo. De acordo com uma pesquisa realizada pela CCS Insight, a Samsung já pode ultrapassar a Nokia este ano.

Novo tablet StudyBook é resposta da Intel às salas de aula do século XXI




A Intel, responsável histórica por grande parte da evolução no mercado de microprocessadores, sempre teve uma característica bem clara no seu envolvimento com os computadores disponíveis no mercado de consumo e profissional: embora suas CPUs e chipsets estivessem presentes debaixo do capô desde o primeiro modelo de PC, em 1981, ela tende a não passar disso, deixando o projeto e montagem dos aparelhos ao encargo dos fabricantes interessados. Uma exceção a esta regra é o StudyBook, que além de ser uma investida da Intel diretamente no filão dos tablets, é uma continuidade dos esforços da companhia no mercado educacional.
O StudyBook em seu habitat natural (Foto: Reprodução)A explosão de popularidade do mercado móvel, com tablets e smartphones nos quais predominam os chips de concorrentes, fez algo mudar na bem-sucedida companhia: há anos ouvimos falar em modelos de referência, investimento na pesquisa de sistemas operacionais móveis (como Moblin, MeeGo e Tizen) que rodem bem nos chips Intel Atom e outras iniciativas para virar este jogo.  
Correndo em paralelo a essa tendência, há já citada questão do mercado educacional, em que outras iniciativas também indicaram a possibilidade de um desenvolvimento passando ao largo das tecnologias da Intel, desde o distante “laptop de 100 dólares” do projeto OLPC (com CPU AMD) até o recente anúncio da revolução em produção de livros didáticos interativos com o software iBooks Author, cujos produtos só rodam nos iPads.
A Intel já havia respondido ao OLPC com o seu bem-sucedido Classmate PC, um modelo de netbook reforçado e de baixo custo, voltado a estudantes, rodando Linux e que, montado por diversos parceiros internacionais, vendeu cerca de 7 milhões de unidades em suas várias versões.
Entra em cena o tablet StudyBook
Mas a onda agora são os tablets, e a sua presença no ambiente escolar já vem sendo explorada com uma estratégia clara por concorrentes, razão pela qual a Intel mais uma vez não podia ficar parada.
Surgiu assim o StudyBook, anunciado nesta semana como um tablet de 7 polegadas capaz de rodar tanto o Android Honeycomb quanto o Windows 7.
E 7 polegadas, embora possa ser um tamanho insuficiente para alguns adultos, certamente é adequado para as interações de mãos de estudantes do ensino fundamental, que são o alvo – ainda mais por pesar pouco mais de meio quilo.
A Intel não economizou nos recursos: a tela de 1024×600 pixels é multitoque, há câmera frontal e traseira, 1GB de RAM, 32GB de armazenamento, microfone, USB, tecnologia anti-furto, sensor de luminosidade e, considerando o público-alvo, bastante resistência a impactos, poeira e a umidade. E a CPU, naturalmente, é da linha Intel Atom.
A experiência de anos da Intel com a linha Classmate PC permitiu refinar a oferta de software e configurações que devem estar presentes nestes aparelhos, assim o Studybook vem dotado de ferramentas de gerenciamento da sala de aula, um leitor digital, recursos para usar a câmera em experiências de laboratório, uma ferramenta de anotação, outra de desenhos, e até um recurso para configurar o acesso a sites no ambiente escolar e fora dele.
A concorrência e o desafio
As já mencionadas iniciativas da Apple estão sendo particularmente bem recebidas no ensino médio, e assim a Intel parece ter dado um passo estratégico ao direcionar seus esforços ao ensino fundamental.
Já o OLPC também tem um projeto de tablet em andamento, o XO-3 (incluindo painel solar e manivela opcional, para localidades sem energia elétrica), mas seus mercados parecem ser radicalmente diferentes também.
A inclusão digital de estudantes da rede pública é uma atividade extremamente importante, e espero que – assim como ocorreu com o Classmate PC – logo que a Intel conclua suas negociações com fabricantes que serão parceiros na produção e distribuição dos aparelhos, tenhamos notícia da chegada deles em projetos-piloto em nosso país.
Como complemento, vale destacar que a inclusão digital não pode ser o único objetivo: a intenção é que as ferramentas digitais sirvam para melhorar o ensino e o aprendizado e, neste sentido, é necessário cuidar para não repetir a experiência peruana, em que despejar laptops nas escolas não conseguiram elevar as médias dos alunos em matérias fundamentais como expressão e matemática, porque não vieram acompanhados de preparação especial para os professores, ajustes dos currículos e melhorias nas estruturas escolares.

Conheça o SmarWatch da Sony: um relógio com funções de smartphone



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Seguindo a última tendência nos eletrônicos, a Sony resolveu apresentar seu primeiro relógio com funções de smartphone. Trata-se do Sony SmartWatch, um gadget compatível com smartphones Android que coloca algumas funcionalidades do telefone no pulso, permitindo que seu dono tuite ou verifique o e-mail sem sequer tirar o telefone do bolso (ou bolsa).
As funções Bluetooth do SmartWatch incluem aceitar ou não chamadas, ativar comandos de música, deixar o fone mudo e acessar redes sociais.
Este relógio é compatível com quase todos os modelos de telefone Xperia, assim comoMotorolaHTC e Samsung. A lista completa de compatibilidade você pode ver neste link (em inglês).
sony-smartwatch01Sony Smartwatch 
Há uma tela de 1,3 polegadas na parte da frente, com uma resolução de 128×128 pixels, capaz de reproduzir até 65 mil cores. Além disso, o relógio vem com uma pulseira emborrachada, ideal para prendê-la no pulso e carregá-la pra qualquer lugar.
O SmartWatch está disponível nas cores rosa, menta, cinza, azul, preta ou branca, e ele já está à venda nos Estados Unidos por US$ 149,99.