O Google informou nesta terça-feira (11) que adquiriu o aplicativo israelense Waze, que permite navegação por GPS com caráter social. A companhia de buscas não deu detalhes da operação, apenas disse que, a princípio, o desenvolvimento do aplicativo (disponível para iOS e Android) continuará em seu país de origem.Os rumores de que o aplicativo seria comprado pelo Google começaram a aumentar na semana passada. Inclusive, um jornal israelense chegou a dizer que a empresa americana compraria o serviço por US$ 1,3 bilhão (cerca de R$ 2,8 bilhões) – informação que não foi confirmada com o fechamento do negócio. Segundo a agência de notícias "Bloomberg", uma fonte ligada à operação informou que o Google pagou US$ 1,1 bilhão (aproximadamente R$ 2,35 bilhões) na aquisição."O time de desenvolvimento do Waze continuará em Israel e vai operar de forma separada. Nós estamos animados com a possibilidade de melhorar o Google Maps com informações de trânsito fornecidas pelo Waze e também de melhorar o Waze com as possibilidades de busca do Google", escreveu Brian McClendon, um dos responsáveis pela área de mapas do Google, em post no blog oficial da empresa (em inglês).Com mais de 40 milhões de usuários, o Waze é um programa de GPS que conta com informações, alimentadas por usuários, em tempo real do trânsito. Ao acessá-lo, é possível, facilmente, saber se determinada via está congestionada ou mesmo saber de blitzes policiais.No mês passado, alguns veículos de mídia de Israel também citaram que o Facebook se interessou pelo programa e que iria pagar cerca de US$ 1 bilhão por ele. No entanto, a companhia, supostamente, recuou e não se mostrou mais interessada no negócio.
sábado, 15 de junho de 2013
Google anuncia compra do aplicativo de navegação social Waze
O Google informou nesta terça-feira (11) que adquiriu o aplicativo israelense Waze, que permite navegação por GPS com caráter social. A companhia de buscas não deu detalhes da operação, apenas disse que, a princípio, o desenvolvimento do aplicativo (disponível para iOS e Android) continuará em seu país de origem.Os rumores de que o aplicativo seria comprado pelo Google começaram a aumentar na semana passada. Inclusive, um jornal israelense chegou a dizer que a empresa americana compraria o serviço por US$ 1,3 bilhão (cerca de R$ 2,8 bilhões) – informação que não foi confirmada com o fechamento do negócio. Segundo a agência de notícias "Bloomberg", uma fonte ligada à operação informou que o Google pagou US$ 1,1 bilhão (aproximadamente R$ 2,35 bilhões) na aquisição."O time de desenvolvimento do Waze continuará em Israel e vai operar de forma separada. Nós estamos animados com a possibilidade de melhorar o Google Maps com informações de trânsito fornecidas pelo Waze e também de melhorar o Waze com as possibilidades de busca do Google", escreveu Brian McClendon, um dos responsáveis pela área de mapas do Google, em post no blog oficial da empresa (em inglês).Com mais de 40 milhões de usuários, o Waze é um programa de GPS que conta com informações, alimentadas por usuários, em tempo real do trânsito. Ao acessá-lo, é possível, facilmente, saber se determinada via está congestionada ou mesmo saber de blitzes policiais.No mês passado, alguns veículos de mídia de Israel também citaram que o Facebook se interessou pelo programa e que iria pagar cerca de US$ 1 bilhão por ele. No entanto, a companhia, supostamente, recuou e não se mostrou mais interessada no negócio.
iOS 7 ganha visual ''limpo'' e reforça multitarefas; sistema chega a partir de setembro
A Apple anunciou nesta segunda-feira (10) uma atualização do sistema operacional iOS, específico para dispositivo móveis da companhia como iPhone, iPad e iPod touch. "Esta é a maior mudança já feita desde o início do iPhone [em 2007]", disse Tim Cook, diretor-executivo da companhia, durante apresentação do iOS 7 no WWDC 2013. A conferência de desenvolvedores da Apple será realizada em San Francisco, nos Estados Unidos, até sexta-feira (14).O novo sistema será disponibilizado nesta segunda para desenvolvedores em versão de testes. Para os usuários comuns, a novidade deve chegar em setembro -- a companhia não divulgou a data exata de lançamento. Estarão aptos a receber a atualização o iPhone 4, iPhone 4S, iPhone 5, todos os iPads a partir da versão 2, iPad mini e iPods touch a partir da quinta geração.O desenvolvimento do novo sistema operacional foi liderado por Jonathan Ive, vice-presidente de design industrial da Apple, e sua mudança é vista logo de cara. De forma geral, a plataforma parece mais chique: os ícones são "chapados" (não "gordinhos", que passam a sensação de relevo) e as cores continuam vivas, porém menos gritantes.Além disso, as fontes estão maiores e a recursos de translucidez, que permitem ver o que está atrás de algum recurso (segundo a Apple, isso cria um "contexto" para o que é exibido na tela). "É como ganhar um telefone novo", afirmou Craigh Ferigh, vice-presidente de engenharia de Software da Apple, que conduziu a exibição do sistema iOS 7 (a participação de Ive limitou-se a um vídeo gravado).Outra característica marcante é a transformação dos recursos multifunções. Até o iOS 6, o usuário podia abrir mais de um aplicativo simultaneamente, mas não os via na mesma tela. Eles até apareciam em uma barra na parte inferior, mas nada muito sofisticado. Com o novo visual, a Apple faz questão de mostrar que diferentes ferramentas estão trabalhando ao mesmo tempo: ao clicar duas vezes no botão home do aparelho, é possível visualizar todas as opções abertas em miniatura, no centro da tela. Dá para fazer o mesmo com as abas do navegador Safari, mas neste caso a forma de exibição muda.A empresa ressaltou que haverá um sistema inteligente para economizar bateria mesmo com a abertura de múltiplos aplicativos. A economia de bateria ganhou destaque no WWDC, com a Apple enfatizando seus esforços nesta área (os novos modelos do MacBook Air, por exemplo, têm como destaque mais duração no tempo da carga).Outras mudanças menores, mas que devem agradar muito aos usuários da Apple: as pastas de aplicativos (que quebraram o limite de 12 programas, agora permitindo armazenar e visualizar todos os seus games na pasta "jogos", por exemplo) e a atualização automática dos aplicativos (diga adeus àquela bolinha vermelha insistente, associada à App Store).Muitos dos recursos e aplicativos da própria Apple também foram reformulados para o iOS7.O novo programa da câmera, por exemplo, contará com filtros de imagem e organizará o conteúdo de forma automática. O programa faz grupos com base na localização e reúne, por exemplo, todas as fotos tiradas na sua casa, em uma festa, em uma viagem ou em um parque. Também é possível agrupá-las por ano: "Você não se lembra de quando foi aquela viagem, mas o iOS lembra", brincou Ferigh.Nesse universo de fotos agrupadas, o usuário consegue aumentar a exibição de um arquivo quando passa o dedo sobre ele (recurso já utilizado por telefones com Android). O iOS 7 terá também uma Central de Controle, com acesso fácil às configurações do aparelho: para acessá-las, será necessário arrastar o dedo na tela de baixo para cima. Assim, o usuário terá acesso rápido a controles de rede (desligar ou ligar o Wi-Fi), ajustar o brilho da tela, acessar o tocador de música ou até uma lanterna.Se quiser compartilhar conteúdo com os amigos, o usuário terá uma ferramenta chamada AirDrop, que parece bem fácil de usar. Basta selecionar uma foto, por exemplo, e tocar sobre a imagem de quem a receberá. Aplicativos como o Bumper fazem algo parecido, mas neste caso é preciso contato físico entre os dois aparelhos (Ferigh brincou, dizendo não ser mais necessário sair por aí batendo os iPhones).O navegador Safari também contará com uma funcionalidade chamada KeyChain (presente no novo Mac OS X Maverick). Trata-se de uma espécie de central que lembra todas as senhas do dono do dispositivo, incluindo as de serviços e sites. A ideia é que o usuário se lembre de apenas uma senha, a do programa, que o KeyChain se encarregará de lembrar todas as outras.A assistente pessoal Siri também ganhará atualização, com novas versões de voz e integração a fontes de dados como Wikipedia, Twitter e até mesmo o navegador Bing (da Microsoft). Além dos dispositivos portáteis da Apple, esse programa passará a rodar em computadores de bordo de alguns carros – entre eles, modelos da Ferrari.A Apple confirmou rumores e apresentou sua ferramenta de rádio online chamada iTunes Radio, compatível com o iOS7. A ferramenta – gratuita e disponível inicialmente só nos EUA – baseia-se na criação de estações de grupos musicais (o usuário acesa estações já existentes ou cria as suas própria). É possível compartilhar esse conteúdo com amigos.O desenvolvimento do novo sistema operacional foi liderado por Jonathan Ive, vice-presidente de design industrial da Apple, e sua mudança é vista logo de cara. De forma geral, a plataforma parece mais chique: os ícones são "chapados" (não "gordinhos", que passam a sensação de relevo) e as cores continuam vivas, porém menos gritantes.
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Sem alarde, Microsoft lança Office para iPhone, mas app exige assinatura
Há mais de um ano, circulam rumores de que a Microsoft lançaria o seu pacote Office para dispositivos iOS. E enfim, esse dia chegou: sem qualquer anúncio oficial (por enquanto), a empresa disponibilizou o Word, Excel e PowerPoint para o iPhone. Mas há algumas ressalvas.Primeiro, o “Office Mobile para assinantes do Office 365″ exige, bem, uma assinatura do Office 365. Atualmente, ela custa a partir de R$ 179 por ano ou R$ 18 por mês. Além do acesso ao app móvel para iOS, você leva cinco licenças para instalar em PCs ou Macs, espaço no SkyDrive, minutos no Skype e mais.Se não assinar, não pode usar: o app requer seu login até mesmo para visualizar arquivos. Se você comprou o pacote Office 2013 tradicional, sem assinatura, não poderá usar o app.Em segundo lugar, o app foi otimizado apenas para o iPhone (e iPod Touch). A Microsoft diz ao The Verge que não fará uma versão para iPad: em vez disso, sugere que os usuários acessem os Office Web Apps através do navegador.Os rumores apontavam inicialmente para uma versão do Office feita para iPad. Também ainda não há versão para Android, mas ela deve chegar em breve.No mais, o app traz o que esperávamos. Você pode ver e editar documentos do Word, Excel e PowerPoint, inclusive quando estiver offline. Ele manterá toda a formatação do arquivo original, incluindo gráficos, animações e SmartArt, além dos comentários.E caso o documento esteja no SkyDrive, as mudanças serão sincronizadas com a nuvem. Você pode também criar arquivos do Word e Excel direto no celular – só não pode fazer uma nova apresentação do PowerPoint no iPhone.Por enquanto, o Office Mobile só está disponível na App Store dos EUA, mas chegará a outros países nos próximos dias. O app é gratuito, mas requer a assinatura do Office 365. [iTunes viaGigaOM e The Verge]
Samsung torturar o Galaxy S4 com água, calor e muitas quedas
Não importa se você é terrivelmente cuidadoso: uma hora ou outra você vai causar algum dano no seu celular. Acidentes acontecem, especialmente quando você tentar evitá-los.Então, para emular o cuidado amoroso que você tem com seus gadgets, a Samsung fez o Galaxy S4 passar por diversas provações antes de chegar às prateleiras. Alguém tem que prepará-lo para você, né?Este vídeo da Samsung Tomorrow mostra quantas quedas, empurrões, afogamentos e temperaturas altas o smartphone precisa aguentar antes de partir para o mundo real.Esta é basicamente a tortura pela qual o Galaxy S III passa, e lembra o sofrimento que cada novo laptop sofre para ganhar vida. Mas por favor, não tentem fazer nada disso em casa! A menos, é claro, que seja um acidente. [YouTube via Engadget]
G1 jogou: 'PES 2014' tem melhoria visual mas peca em ritmo de jogo
Na briga pelo título de melhor game de futebol do ano, “Pro Evolution Soccer 2014” tenta se reinventar. A Konami, dona da franquia, usou tecnologias inéditas para a nova versão do popular jogo com o objetivo de fazer com que os atletas do game se pareçam o mais real possível.Uma destas tecnologias é o motor gráfico Fox Engine, que forneceu o visual fotorrealista dos jogadores. Por outro lado, a velocidade da partida foi reduzida consideravelmente, tentando buscar um ar mais de simulação de uma partida de futebol. O resultado dessas mudanças, contudo, não ficaram como o esperado.(Nesta semana, siga no G1 a cobertura completa da E3, uma das maiores feiras de games do mundo. Leia informações exclusivas do repórter Gustavo Petró, direto de Los Angeles (EUA), e veja as últimas notícias,O G1 jogou o novo “PES 2014” para Xbox 360 na feira E3 e constatou que o game está diferente por conta deste novo ritmo e um pouco estranho, com passes e chutes que demoram para acontecer após o comando ser dado. Difícil dizer se a novidade irá agradar aos fãs brasileiros tão acostumados a ter um título anual tão parecido a cada edição.Na demonstração estava disponível apenas os times Bayern de Munique e Santos, curiosamente ainda com Neymar na equipe. Na versão para o Xbox One de “Fifa 14”, que o G1testou, o atleta brasileiro já atuava pelo Barcelona.Em entrevista ao G1, o produtor criativo de PES, Kei Masuda e o desenvolvedor Naoya Hatsumi disseram que reduziram consideravelmente a velocidade das partidas de “PES 2014” para dar um ritmo diferente ao game e torná-lo mais tático. “É o meio que encontramos para que o jogo ficasse mais perto do que acontece na vida real. Assistimos a milhares de partidas e vimos que o ritmo de jogo deveria mudar. Isso se tornou mais verossímel”, disse Masuda.Por estar mais devagar, os gamers podem ter mais tempo para pensar em trabalhar em uma jogada. Ele pode calcular o tempo que o atleta virtual leva para atingir sua velocidade máxima e depois desacelerar para conseguir ultrapassar a defesa. “Não queríamos mais que um atleta mais habilidoso conseguisse driblar o time inteiro até marcar um gol, como acontecia anteriormente”, explicou.Na prática, o ritmo de jogo está estranho. Embora se pareça mais com “Fifa Soccer” do que qualquer outro jogo da séria “PES”, tudo na tela acontece em câmera lenta. Os jogadores, mesmo em velocidade máxima parecem se arrastar em campo, o domímio de bola demora a acontecer e os companheiros não se movem rapidamente. A sensação é que de o alto nível visual comprometeu a velocidade de processamento do game nos velhos PS3 e X360.
Mas o principal problema desta lentidão está nos passes e nos chutes. Demora muito tempo para que o jogador realize o movimento após o comando do gamer. O jogador tenta conseguir usar o pé certo e, uma vez que a bola em “PES 2014” é um elemento independente do jogador pela primeira vez, o sistema parece levar muito tempo para calcular a distância entre a perna do atleta a bola. Certamente, se o game for para às lojas desta maneira, até mesmo os fãs mais dedicados terão que reaprender a jogar.Para os chutes, esta lentidão – aliada ao fato de que as partidas estão muito mais presas no meio de campo – é que ficou muito mais difícil fazer gols. Mesmo dando o comando antes de a marcação chegar, o tempo que leva até a bola ser chutada faz com que um zagueiro a roube. Não está bom.Melhoria visualO novo motor gráfico Fox Engine, criado pelo time da Kojima Productions e que será usado no game “Metal Gear Solid V” cumpre seu papel, mas pode ser o responsável pela excessiva lentidão das partidas de “PES 2014”.Nos videogames atuais que já apresentam limitações para os desenvolvedores, a tecnologia traz jogadores muito bem construídos. De longe é possível saber quem é quem apenas pela aparência.De perto, as imagens são verossímeis, um grande salto visual se comparado à edição 2013. O início da partida, com os atletas entrando em campo, e os replays mostram melhor este novo estilo visual. De longe, parece que o jogo está em baiza resolução e que os jogadores estão sempre envoltos em uma sujeira.Na movimentação, percebe-se que elas estão mais orgânicas, fugindo do estilo de corrida e dribles robóticos das edições anteriores. O atleta virtual parece dominar a bola do mesmo modo que ele faria em um gramado real.Como nas partidas há mais contato físico entre os atletas, com este novo motor eles reagem aos encontrões. Um sistema calcula a velocidade do impacto entre os dois com suas alturas e peso. Jogadores mais magros certamente perdem a bola neste momento.O gramado recebeu uma atenção especial no, apresentando pequenos defeitos que aparecem na TV durante uma partida real. "Recriamos os estádios, conseguindo colocar a iluminação real do local dependendo da época do ano e do horário. Para isso, calculamos a latitude e longitude deles", explicou Masuda.O sistema Player ID, que mostra a movimentação característica dos principais atletas terá mais jogadores este ano. “O número deve sair de 40 e chegar a 100”, explicou o produtor.“A motivação será um elemento essencial para o game este ano”, disse o produtor. “Se o jogador não estiver motivado, ele corre mais o risco de sofrer uma lesão ou a se cansar mais durante o jogo”, contou o desenvolvedor Naoya Hatsumi.A torcida irá influenciar todo o time. Ela pode até fazer com que um destes atletas desmotivados possa melhorar durante a partida. Entretanto, vaias podem dar o efeito inverso.“Embora a tecnologia atual de ‘PES 2014’ permita facilmente que ele seja lançado para plataformas da nova geração, preferimos não fazer isso. Seria apenas ter um jogo mais bonito graficamente, quando que, usando mais memória dos novos consoles, nós teríamos que criar algo ainda mais realista. Por conta disso, ‘PES 2014’ não sairá no PlayStation 4 nem no Xbox One neste momento. Mas no futuro, certamente trabalharemos nas novas plataformas”, disse Hatsumi.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Você pode personalizar seu mouse com esta "armadura" 3D
As impressoras 3D chegaram pra ficar e parece que elas estão ganhando muitas utilidades. Desta vez, o pessoal da PyottDesign desenvolveu o Statial Mouse, um invólucro 3D para personalização de mouses. Trata-se de uma carcaça que pode ser ajustada de acordo com a preferência do utilizador.
Vale notar que não se trata de um mouse totalmente 3D, afinal, as impressoras não imprimem circuitos eletrônicos e componentes de hardware. Assim, o projeto sugerido pela PyottDesign aproveita um mouse M100 da Logitech como base — o projeto só é compatível com este modelo. Todos os elementos impressos são encaixados sobre a placa principal do mouse.Quase todas as partes do Statial Mouse são flexíveis e ajustáveis. Para realizar os procedimentos de montagem, você só precisa de uma chave Philips e de uma moeda. O projeto ainda é um protótipo que pode sofrer ajustes. De qualquer forma, ele já está à venda no site da shapeways por US$ 69,99. Então, gostou da idei
quarta-feira, 5 de junho de 2013
G1 jogou: 'GRID 2' traz gráficos ótimos e jogabilidade acessível
Após uma boa recepção em sua estreia em 2008, os fãs de "Race Driver Grid", como era chamado à época, tiveram finalmente o desejo atendido com a chegada de "GRID 2", com versões para PC, PS3 e Xbox 360.Desenvolvido e produzido pela Codemasters, o game de corrida traz um visual caprichado com a nova geração do motor gráfico EGO 3.0, uma variedade aceitável de carros e partidas com modos de jogo variados e bem amarrados. E por mais que agrade os fãs que gostam de um pouquinho de ficção científica - por conta do recurso "flashback", que volta alguns instantes da corrida no tempo -, os entusiastas do gênero de corrida podem acabar decepcionados se estiverem procurando um simulador.O jogador conta durante todo o game com a ajuda do investidor Patrick Callahan, que tem o objetivo de financiar suas corridas e reunir os melhores competidores do mundo para disputarem um torneio particular chamado World Series Racing. Para isso, enquanto o piloto vai vencendo as provas, Callahan vai conseguindo convites para outras corridas em diversas regiões do mundo.Ao contrário do enredo simplista da maioria dos títulos do gênero, nos quais a meta é, claro, chegar em primeiro, em "GRID 2" você precisa conquistar um lugar no pódio e ainda ficar famoso. Isso é apresentado por um sistema de "fãs" similar à mecânica de inscritos de um canal no YouTube: quanto melhor for o desempenho do corredor, mais fãs ele ganha ao final de cada prova, dependendo da colocação. O jogador também ganha notoriedade ao completar objetivos de patrocinadores, que mostram publicidade nos veículos. Há desde missões como manter uma velocidade por certo tempo, derrapar determinada distância até vencer um oponente em especial.Nem complicado, nem fácil Disponível em versão dublada e com menus totalmente em português, um dos pontos mais fortes do game é a maneira como ele é acessível, sem deixar de desafiar o jogador. Os controles na versão para PC, por exemplo, seguem o conhecido padrão WASD, para aceleração, esquerda, freio e direita respectivamente, além do freio de mão na barra de espaço. E se o gamer cometer um erro e sair da pista durante a curva ou se envolver em uma batida feia, há como voltar no tempo instantaneamente ao pressionar backspace e ativar o "flashback", recurso apresentado na estreia da série, dando um toque a mais de fantasia ao título.Em cinco temporadas diferentes, o jogador corre em diversas cidades ao redor do mundo como Miami, Dubai, Chicago, Paris, entre outras, e alternando entre perigosas encostas revestidas de árvores até o famoso circuito de Indianápolis, sempre disponível para um test drive. Com um ótimo visual, os cenários são um deleite à parte durante as corridas (e os replays), com boas sombras e luzes muito bem refletidas nos vidros e na lataria dos carros, enquanto que as figuras que representam o público poderiam estar mais caprichadas.Os modos de jogo são variados e oferecem desafios rápidos com graus de dificuldade diferentes. Há as tradicionais corridas dos clubes, com pistas em cenários urbanos, desafios de veículos ao estilo “time attack” (no qual o objetivo é fazer o percurso no menor tempo para levar o carro para casa), o "Face off", em que o jogador precisa cruzar a linha de chegada em uma competição com melhor de três e o "Endurance", percursos longos que podem durar de 5 até 40 minutos.Porém, o método mais criativo é o chamado "Xtreme Overtake", no qual o corredor se depara com uma pista cheia de picapes, que mantém uma velocidade média. O objetivo é ultrapassar a maior quantidade de carros e manter um período curto entre as ultrapassagens. Caso o gamer se envolva em uma colisão, o combo - como são chamadas as sequências nos games - é interrompido, e a pontuação volta ao valor inicial. A prova é feita contra um oponente mas, no entanto, a categoria de partida foge um pouco do estilo dos outros modos de jogo e exige mais perícia e cuidado do que propriamente velocidade.
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